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22/01/2011

Aos deuses

Atena: deusa da sabedoria e das artes

E finalmente chega o ano novo, geralmente as pessoas fazem 1001 metas. Não sou do tipo de prometer coisas quando chega meia noite no dia primeiro de um novo ano. Sou mais do tipo introspectivo que prefere olhar a queima de fogos um pouco afastado do grupo, da família, sozinho.


Masoquismo? Auto-flagelação? Não sei. Tenho essa necessidade de pelo menos por um segundo, nem que por apenas um único dia do ano, ainda que acompanhado, me impor uma solidão temporária, um silêncio interior, um olhar pra dentro, um tentar ver o Alan como se fosse outra pessoa.

Tenho a mania de analisar a mim mesmo e às pessoas ao meu redor com frequência. Mais uma chatice típica minha: tentar racionalisar tudo. Aliás, não sou chato, só perfeccionista e me cobro um pouco de mais. E é justamente quando dá meia noite e os fogos de artifício explodem que meu maior carrasco chega: eu mesmo. Justamente quando todo mundo comemora eu paro pra acertar as contas comigo.

E enquanto o resto do mundo comemora a chegada de um novo ano, eu ao mesmo tempo que mandava minhas mais sinceras saudações à Poseidon, era julgado na minha santa inquisição pessoal. Ainda me restam 'crimes' do ano que passou a serem julgados, mas é sempre bom perceber que o tempo levou algumas coisas que precisavam ser levadas. Assim como é duro reconhecer que há coisas que por mais que você espere que Zeus destrua ou Poseidon afunde, Hestia continua mantendo pra lembrar quem você realmente é, só espero que Atena dê-me sua bênção para mais uma fase.

23/12/2010

Promessas de fim de ano.


É isso ai galera, o ano acabou agora tem as festas e como todos já sabem com elas vem às famosas promessas do que fazer no ano seguinte, ou do que não fazer, promessas do tipo no ano que vem começo um regime, junto dinheiro, troco de emprego, tiro o João ou a Maria da cabeça nunca mais saio com ele (a). E o ano acaba vc percebe que engordou ao invés de emagrecer, que tem mais dividas do que no ano anterior e que o João ou a Maria ainda te perturbam a cabeça, e vc saiu com ele (a) na noite passada.
Eu sou expert em fazer esses tipos de promessa, e dou muita risada quando vejo que não as cumpri, mas nesse ano vou deixar minhas promessas registradas aki no blog e vamos ver se eu consigo, ai vai:
1° Começar a Academia. Preciso perder uns kilinhos (essa promessa e default de todos os anos );
2° Voltar a estudar, (qualquer coisa em TI)
3° Dar um jeito na minha vida Profissional.

Bom serão só essas as promessas, espero que eu consiga rsrs. E deixo aki para todos que lêem o meu Blog (na verdade p/ os poucos que lêem, se é q alguém lê rsrsr ) Um feliz Natal e um Ano novo repleto de paz, saúde, amor e realizações.
Deixo um beijo especial par ao Alan, o meu companheiro de blog, ele tem mais pots aki do que eu rsrsrs e até o ano que vem, pois esse será o ultimo post do ano...

Bjsssssssssssssssssssss fuiiiiiii

15/12/2010

O clube dos corações partidos

"The shortest distance between friends isn't always a straight line..."






Hoje, sem nada pra fazer, resolvi fuçar na internet procurando baixar um filme que há muito sentia vontade de assistir, mas nunca tive paciência/tempo livre para fazê-lo. Uma hora depois e lá estava ele no meu note: "The Broken Hearts Club, a romantic comedy".



O quadro geral do filme é muito simples: nosso personagem principal se vê às voltas com os questionamentos comuns a várias pessoas, como o que fazer da vida? O que temos até agora é suficiente? E o amor, onde fica? Ele chega até a questionar se seus amigos são uma benção ou uma maldição.



O filme nos lota de sensações do tipo 'já vi isso antes'; 'já passei por isso', afinal, quem nunca sofreu por um amor antigo? Quem nunca perdeu um amigo? Quem nunca teve que engolir o orgulho e pedir desculpas? E até mesmo, quem nunca agradeceu, ainda que em silêncio, pelos amigos fantásticos que tem.



O filme pode ser repleto de situações comuns ao cotidiano, mas aborda tudo por uma perspectiva queer inovadora e bem humorada. Prova que um filme gay pra ser bom não precisa ser só desgraça, não precisa de um final triste, nem ser cheio de piadas de dublo sentido.



As personagens são abordadas de maneira humana, palpável, realista e possuem muito mais em comum do que o fator 'jogar no mesmo time'. No final das contas qualquer um verá a si mesmo, e a seu grupo de amigos, nos dramas das personagens, de maneira direta ou indireta. Definitivamente um filme para qualquer homo (ou não) assistir.